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Nunca Pensei – Hoje Eu Só Quero Conforto!

Aposto que todo mundo aqui já teve aqueles dias de preguiça que até sair da cama parece um esforço tremendo. Nesses momentos a gente só pensa em conforto extremo na hora de sair de casa e praticidade porque se escolher o que comer já está difícil, imagina pensar na roupa…

E é com esse espirito que a calça flare da Nicole aparece por aqui hoje. Dia de preguiça não quer dizer look desleixado, mas sim algo simples e fácil, sem ter que pensar muito. A calça estampada já é uma grande aliada nesse ponto.IMG_3839

Pra acompanha, uma regata canelada simples num tom cinza e um casaquinho com uma gola divertida que pode até virar capuz se você precisar de um cochilo no meio do dia.IMG_3843IMG_3841

Seguindo as cores frias – olha aí elas de novo, só que hoje um pouco diferente do que vocês viram na terça – o tênis prata acompanha pra você se sentir descalça.IMG_3849

E como a gente precisa carregar nossas coisas até quando a gente não tem coragem pra se carregar, uma bolsa também em cor fria e com alça dupla pra gente pendurar no ombro e esquecer que ela está ali.IMG_3848

Viu só como é simples ficar interessante até nesses dias mais lentos? Só peças comfy com personalidade e três cores pra dar graça!

Amanha vamos encerrar a semana da calça da Nicole por aqui com um assunto meio polemico, mistura de estampas!!! Venham ver…

 

Fotografado por Tv Lacuna

Flores by Flowers and More

 

De onde são essas peças?

-Calça: Forever 21

– Blusa: Siberian

– Casaco: Siberian

– Sapato: Shoestock

– Bolsa: Kate Spade

Vamos descer do salto?!

Salto é lindo, é chic e é elegante, mas em toda a minha vida só encontrei uma mulher que dizia se sentir confortável de salto e não de sapatos baixos. Até hoje eu me pergunto se esse conforto que ela dizia ter era emocional ou físico, aposto que era psicológico.

Essa semana vimos dois eventos muito sérios sobre o uso de saltos altos: O da garçonete canadense com os pés extremamente machucados por ser obrigada a usar sapatos altos no trabalho. E as atrizes no tapete vermelho de Cannes descalças e com seus saltos grifados nas mãos como forma de protesto.imagem 1 descendo do saltoimagem 2 descendo do salto

O dress code manda usar salto em festas e eventos sociais e corporativos e quem não quer seguir a regra é vista como desleixada. Mulheres, nós conseguimos nos livras dos espartilhos ha muito tempo, como ainda continuamos escravas dos saltos?

Não acho nem que essa seja uma questão apenas de feminismo – pois o dress code corporativo masculino também é uma crueldade no verão – mas sim algo relacionado a aceitação do conforto de mãos dadas com a moda e com a elegância. Nos livramos de muitas “tendências”  dolorosas ao longo da história, está mais do que na hora de descer do salto e abrir os olhos para novas formas de mostrar refinamento em eventos chics, pois nada é mais estupido do que sentir dor em nome de algo que deve trazer felicidade, no caso, a moda!

 

Fonte:

Imagem 1: Facebook de Nicola Gavins

Imagem 2: Instagram @nohangersbarred

Cintura alta

A vida vai passando,  a gente vai mudando e começa a escolher coisas que não gostava antes, só então percebe o quão bom foi essa troca. Isso aconteceu comigo em relação à moda com as roupas de cintura alta.imagem1 cintura altaimagem 2 cintura alta

Quando eu era adolescente, adorava as calças baixas, com um centímetro de zíper e um cós que ficava no limite do meu quadril. Anos mais tarde percebi como aquilo era incomodo e experimentei uma cintura media. A partir daí as cinturas foram subindo e o conforto foi aumentando.imagem 3 cintura altaimagem 4 cintura alta

Peças de cintura alta têm duas vantagens: elegância e conforto! Visualmente falando, a cintura alta tem o poder da elegância, de deixar a gente com um ar mais chic mesmo usando jeans. É um jogo de proporções, nossas pernas parecem mais alongadas e nossas cinturas mais marcadas. Além disso, pense em como é confortável não precisar se preocupar se seu cofrinho está à mostra quando senta ou abaixa, é uma liberdade de movimentos sem importar com nada.imagem 5 cintura altaimagem 6 cintura alta

Outro ponto positivo é que a cintura alta acomoda bem a barriguinha, então a roupa envolve o corpo de uma maneira suave e não dá aquela sensação de que tem coisa pulando pra fora. Eu, como uma mulher super feliz com suas curvas, inclusive barriguinha, não vejo nada mais confortável e estético.imagem 7 cintura altaimagem 8 cintura altaimagem 9 cintura altaimagem 10 cintura alta

Se você já entrou pro time da cintura alta, deve estar se identificando com tudo que eu falei nesse pots. Se ainda é fã da cintura baixa, dê uma chance pra uma roupa mais altinha, vai ser uma transformação ótima no seu armário e bem estar. Pra quem tem dificuldade em experimentar coisas novas, um bom jeito é começar com as saias e depois passar para calças e shorts.

 

Fonte:

Imagem 1: encontrado em whowhatwear.com

Imagem 2: encontrado em mdemulher.abril.com.br

Imagem 3: encontrado em badulaquemix.com.br

Imagem 4: encontrado em horadediva.com.br

Imagem 5: encontrado em blogdajulianaparisi.com.br

Imagem 6: encontrado em luvmay.com.br

Imagem 7: encontrado em muccashop.com.br

Imagem 8: encontrado em modaebeleza.com.br

Imagem 9: encontrado em lolobu.com

Imagem 10: encontrado em instagram, artista desconhecido

Viagem confortável

Eu amo viajar, mas se tem uma coisa que eu odeio nesse processo é avião. Não tenho nenhum medo, mas é um desconforto por horas que parece interminável. Quem sabe um dia eu possa viajar de primeira classe e acabar com esse problema, mas até lá é se virar na econômica e tentar fazer do trajeto o menos ruim possível.

Eu nunca consigo dormir, principalmente na ida, o combo ansiedade pelo destino + a posição quase em pé e o frio congelante não colaboram, o máximo que consigo são rápidas sonecas. Também sou meio contra tomar remédios, não gosto de me sentir dopada e só engulo um em caso de necessidade.

Sempre viajei com amigos, familiares e namorado, então mesmo no desconforto dá pra botar o pé pra cima, encostar no ombro alheio e dividir o micro espaço da melhor forma pros dois. Mas esse ano eu estou planejando uma viagem completamente sozinha. E aí? Como faz pra não incomodar o coleguinha da poltrona ao lado e se manter com o mínimo de conforto por muitas horas?

Outras das minhas neuras é que aquele maldito banco de avião tem um encosto de pescoço que deixa sua cabeça levemente pra frente. Seria muito útil se o banco deitasse um pouco mais, mas com aquele mini reclinado, pra mim só atrapalha. E pra completar, sempre vejo aquela galera com a clássica almofadinha de pescoço. Como conseguem usar aquilo sem morrer de dor??

Mas esses dias, durante minhas andanças nos shoppings, passei em frente a uma Fom e vi um modelo diferente e bem inusitado dessas almofadas de pescoço, ela é gordinha na frente e fina atrás!! Achei incrível e fui experimentar.imagem 1 viagem confortavel

Apelidada de gomos, o modelo tem 5 compartimentos cheios de recheio que se misturam nos espaços, então cada um consegue jogar as micro bolinhas pra onde achar melhor. O que eu mais gostei foi o fato da parte de trás, onde o pescoço fica apoiado, ser bem fininha, então é impossível que se aglomere muito recheio fazendo minha cabeça ficar forçada pra frente.

As pontas são enormes, então a gente não corre o risco de dar aquelas pescadas e cair em cima do desconhecido ao lado. Além de ser um super apoio, bem mais confortável e anatômico do que o travesseirinho do avião.imagem 3 viagem confortavel

Enfim, achei uma descoberta incrível e foi o primeiro item que comprei pra minha nova aventura solitária, antes mesmo da própria passagem. Vou testar de verdade só daqui uns meses, mas até lá acho que posso ficar mais tranquila, minhas viagens a partir de agora serão bem mais gostosas!

 

PS: segunda foto do Facebook da Fom, achei a imagem ótima pra mostrar exatamente como é o produto em uso.

Machuca muito, mas é tão lindo que uso! Como é que é??

Uma das tarefas de personal shopper é acompanhar de perto o que se passa nas marcas e saber as novidades. Para isso, o Compras com Estilo tem vários meios, um deles é seguir as marcas no Instagram, para ver o que acontece nos dias que não é possível ver ao vivo no shopping.

Ontem estava olhando a rede social de uma marca de sapatos bem conhecida, que postou uma foto de algumas sapatilhas bem interessantes. Até aí tudo certo, até que bati o olho nos comentários das clientes e uma delas dizia: “amo essas sapatilhas, são tão lindaaaas, pena que machuca muito o pé, mas uso mesmo assim!!”  E algumas outras meninas concordavam com o comentário dela, que machucava, mas era lindo, então merecia ser usado…imagem 1 machuca muito

Para tuuudooo! Como é que é??!! Acaba com os seus pés e você continua usando porque é bonito?!! Alguma coisa está muito errada quando as pessoas acham que precisam sofrer pra estar bonitas. Realmente algumas coisas necessárias são um pouco sofridas, mas não é o caso de um sapato que vai ficar o dia todo no seu pé, ainda mais uma sapatilha, que preza pelo conforto.

Todo sapato novo demora um pouco pra se adaptar ao formato do pé, mas existe uma grande diferença da sensação de estar “pegando um pouquinho” enquanto é novo, ou de ser uma tortura que não te permite ficar em pé. No primeiro caso, um band aid por alguns dias resolve. No segundo não tem o que fazer, a não ser procurar outro sapato.

O mercado oferece milhões de modelos de tudo que podemos imaginar, então comprar uma coisa que machuca é um péssimo investimento. Sentir dor e desconforto afeta o seu humor, sua postura e até sua concentração. Optar por algo que vai trazer tantos problemas não vale a pena, por mais bonito que seja.

 

PS: foto de artista desconhecido