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Fast Fashion: Comprar ou Não Comprar

A moda vem mudando muito a forma de se mostrar pro mundo, não nas passarelas em si, porque nesse quesito acho que continuamos o mesmo caminho percorrido, mas sim na forma de se comunicar e trazer representatividade pra todos os clientes. Algumas marcas já carregam isso no seu DNA, outras estão sendo obrigadas a encarar e se encaixar na nova realidade pra continuarem abertas.

Um segmento que vem sendo alvo de criticas e perdendo muito espaço são as fast fashion, que no passado eram um sucesso enorme e conquistaram muitos clientes, porem hoje esse modelo não é tão aceito pela sociedade pelos inúmeros problemas que carrega. E com isso eu sempre escuto a pergunta: Devo ou não comprar em fast fashion? E a minha resposta é que depende, consigo entender as pessoas que optaram por não frequentar esse tipo de loja, mas também entendo quem ainda precisa e gosta delas.

As questões ambientais e humanas estão totalmente ligadas ao conceito de fast fashion, assim como grande parte dos eletrônicos e muitas outras coisas que consumimos. Esse processo assusta muita gente, mas outras pessoas convivem com isso normalmente. É certo? É errado? Acho que isso vai muito da cabeça de cada um e não cabe a mim julgar ninguém. Num mundo perfeito, todos os processos industriais seriam regulamentados e cuidariam do ambiente e das pessoas em toda a cadeia de produção, mas infelizmente estamos longe desse ideal. Temos que começar com pequenos passos e é muito difícil uma pessoa conseguir se engajar em todos os problemas do mundo, então cada um faz o que acha prioridade. Uns são veganos, outros só compram de produtores locais, outros limpam os oceanos e outros resgatam cachorros. O importante é fazer algo e não criticar o coleguinha se a prioridade dele não é a mesma que a sua.

Foto da New York Magazine

Muita gente debate também o lixo que empresas de fast fashion produzem, porque as roupas são consideradas descartáveis e enormes estoques acabam indo pra aterros ou queimadas. Muitas empresas desse segmento estão tentando mudar esse processo, mas tudo acontece devagar e acho que em algum momento as coisas se acertam, por mais que demore.

Sobre a questão de qualidade, acho que é relativo, tenho muitas peças compradas em fast fashion que estão no meu armário há anos, então tem que saber cuidar, tanto do que você compra em uma loja conceituada, quando na fast fashion. Claro que existem peças de péssima qualidade, mas isso não acontece apenas nesse tipo de loja, tem muita marca dita como bacana e com preços altos que nem sempre vendem a qualidade que esperamos delas. Vou usar o meu próprio exemplo: no ultimo inverno eu precisei de calças novas, comprei 4, sendo duas na Zara, uma na MOB e uma na Maria Filó. Usei todas de forma igual e cuidei delas de forma igual, porem a da MOB já começou a desgastar na coxa e a da Maria Filó começou a desbotar, enquanto as duas da Zara continuam perfeitas e gastei bem menos dinheiro nelas.

Falando na parte financeira, esse é outro fator importantíssimo quando falamos em fast fashion. Infelizmente as marcas nacionais estão cada vez mais caras, em poucos anos, os preços praticamente dobraram. Muito disso é culpa do governo e seus impostos exorbitantes, mas as marcas também têm seu papel nesse problema.  Estamos vivendo numa época em que as coisas estão cada vez mais caras e os salários cada vez mais baixos, então não dá pra culpar uma pessoa por não estar disposta ou não ter condição de gastar uma fortuna com roupas e acabar optando pelas fast fashion, mesmo ciente de todos os problemas que essa indústria tem.

Enfim, esse assunto é delicado e acho que ainda estamos muito longe de chegar a um ideal. Tanto as fast fashion quanto outras marcas teoricamente mais corretas precisam melhorar muito. Mas o mundo vai mudando e as coisas aos poucos vão mudando também, quem sabe um dia a gente chega lá, só espero ainda estar aqui pra ver.

Nunca Pensei Especial de Fim de Ano – Férias de Verão!

Bem vindas a mais um Nunca Pensei, nossa serie aqui do Compras com Estilo que sempre mostra varias maneiras de usar a mesma roupa!! Estamos na segunda semana de especial de fim de ano e pela primeira vez desde que a serie estreou, não temos uma peça base!! A ideia é fazer uma mala de viagem pra férias de verão, então temos vários looks que se combinam entre si e não apenas uma peça que é usada muitas vezes, mas varias peças que são usadas nas nossas férias na praia!

Pra começar queria contar pra vocês que a melhor maneira de fazer uma boa mala é criar looks que se combinem entre si. Uma boa forma de fazer isso é escolher uma pequena cartela de cores para todas as roupas que vão fazer parte da sua viagem, assim o trabalho fica bem mais fácil. Pra essa mala eu escolhi tons de azul e verde e alguns toques de rosa.

Nosso primeiro look é bem simples de fazer e causa um grande impacto!! Um vestido longo com listras em branco e marinho é o astro do dia. E seu estilinho navy faz dele uma ótima opção com cara de praia.

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Pra sair um pouco da temática, em vez de itens vermelhos, eu escolhi acessórios em verde agua, já que essa cor faz parte da nossa cartela pra essa mala. Coloquei dois colares no mesmo tom que juntos dão um toque especial ao visual.

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

No braço eu segui o estilo navy e coloquei uma pulseira listrada de branco e marinho (estampas iguais em cores iguais, não tem como errar). Já o anel é bem trabalhado com uma raposinha cheia de pedras.

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

O look em si é bem elegante e pode te acompanhar em vários ambientes praianos e até urbanos. E como a gente quer looks versáteis, as três bolsas e os três sapatos que fazem parte da nossa mala podem ser usados com esse vestido.

Bolsa grande em tom de verde agua, ou bolsa pink de alça transversal ou ate mesmo clutch estampada! As nossas três bolsas da viagem acompanham muito bem o look, depende só de onde você vai usa-lo.

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

O mesmo vale para os sapatos. Tanto a nossa sapatilha rosê, quanto a rasteirinha dourada e até mesmo o salto prata entram muito bem nessa mistura e você pode escolher o que combina melhor com o evento que você pretende ir. Um jantar pode pedir o salto, andar no calçadão combina com rasteira e um passeio no shopping dá a vez pra sapatilha, tudo isso sem trocar o vestido!!

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Foto Rafael Serra

Amanha temos mais um look da nossa mala de verão, vem ver como passar ótimas férias na praia com muitos looks e pouca bagagem!

 

Fotografado por Rafael Serra

Produzido por Tv Lacuna

Modelo Carol Cury

Cabelo por CaraCaroca

 

De onde são essas peças:

– Vestido: Gap

– Colares: Forever 21

– Pulseira: Accessorize

– Anel: Accessorize

– Sapatilha: H&M

– Salto: Arezzo

– Rasteira: Anacapri

– Bolsa verde: Kate Spade

– Bolsa rosa: Zara

– Clutch: Lojinha Espanhola

Gap Brasil

Depois que visitei as novidades do Iguatemi, continuei o dia de descobertas no Jk. Lá, fiz minha parada obrigatória na Ladurée pra comer meu docinho favorito e depois de recuperar as energias segui a procura da Gap, que tinha aberto as portas dois dias antes. To adorando todas essas marcas chegando no Brasil!

Entrei pela parte infantil e adorei ver os modelos e toda a decoração, daquelas que deixa a gente ainda com mais vontade de ter um baby e levar tudo pra casa. Como por enquanto eu não tenho um, me contento em me perder em meio à fofuras coloridas e estampadas, e guardar as informações para meus clientes.imagem 1 gap brasilimagem 2 gap brasil

Seguindo para a parte adulta, imaginava que seria maior, mas me impressionou na variedade e exposição. Do lado esquerdo fica a parte feminina e do direito a masculina, e podemos achar os famosos moletons e camisetas com o logo da marca, entre outras coisas.imagem 3 gap brasilimagem4 gap brasil

Resolvi testar as modelagens e levei algumas peças sortidas ao provador para observar o caimento. Não sei se alguma coisa mudou de uns anos pra cá, ou se eu estava num péssimo dia quando provei as roupas uns dois anos atrás nos Estados Unidos e não gostei de nada, mas as peças que vesti aqui no Brasil em grande maioria foram aprovadas. Principalmente um vestido que não dei grande importância no cabide e quando coloquei no corpo vi o quanto era sensacional. Por isso sempre falo que é fundamental experimentar, no corpo, tudo é diferente.

Sei que a maior curiosidade de todo mundo é o preço. Vale a pena? Sim, se comparado ao mercado brasileiro. Custa o mesmo que lá fora? Claro que não, tudo que chega aqui é mais caro pelos altos impostos que o nosso governo cobra. Mas ainda assim é competitivo com outras marcas gringas como Zara.

Pra finalizar, tenho que elogiar a equipe. Todos foram muito atenciosos, pegaram numeração, se ofereceram para ajudar em inúmeros momentos e até queriam saber minha opinião, se eu estava gostando da loja, das peças e da decoração.

Só posso dizer que foi super aprovada e pretendo acompanhar de perto os passos da nossa primeira Gap.

 

PS: Fotos do Facebook do Shopping JK.